sexta-feira, 17 de abril de 2026

Rei do POTinho e dos Seletivismo em mais uma aventura eleitoral!

Nas brumas densas de RáTás-NáBá, onde o vento assobiava nomes esquecidos e as águas turvas de Lagos Pantaneira das Gralhas Infernais refletiam um céu sempre indeciso entre o crepúsculo e a tempestade, reinava o enigmático Rei Quinho.

Quinho não era um rei comum — ao menos não como os bardos costumavam cantar. Seu trono não fora conquistado em batalha com o rei anterior para eliminar um concorrente forte que chegara em RáTás-NáBá, mas erguido sobre decretos, carimbos e promessas envoltas em linguagem complicada. Dizia-se que ele governava com justiça. Dizia-se muita coisa.

Imagem meramente ilustrativa!

Certo dia, as trombetas ecoaram pelos quatro cantos do reino impregnado. Um grande chamado fora anunciado: os aprovados nos concursos do reino seriam finalmente convocados para assumir seus postos. Jovens estudiosos, veteranos dedicados e sonhadores persistentes celebraram nas ruas enlameadas de RáTás-NáBá. Era o triunfo do mérito, diziam.

Mas, como tudo naquele reino, havia sempre um “porém”.

Assim que tomaram posse, os novos servidores começaram a perceber estranhas provações. Portas que antes estavam abertas passaram a exigir chaves invisíveis. Regras mudavam ao amanhecer. Ordens contraditórias surgiam como fantasmas administrativos. 

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Um escriba relatou que seu cargo exigia três habilidades incompatíveis entre si; outro descobriu que precisava responder a cinco chefes diferentes — todos com instruções opostas.

— É para testar sua resiliência — diziam os arautos do rei, com sorrisos ensaiados.

Outros fatos como locais sem transporte público ou de difícil acesso foram bem desenhados!

Excessos de Inquéritos Administrativos disciplinares e redesignação eram um festival dos infernos!

Pouco a pouco, os mais exaustos foram desistindo. Alguns eram removidos por falhas absurdas, outros simplesmente desapareciam dos registros oficiais, como se nunca tivessem existido.

Enquanto isso, nas sombras do castelo, Quinho reunia seus conselheiros mais próximos — conhecidos como o Círculo do POTinho e do Seletivismo anti-concursal. Ali, sem cerimônias, distribuía cargos vagos àqueles que carregavam não currículos, mas laços, favores e promessas silenciosas.

— Precisamos ajudar os pobres e menos favorecidos — proclamava o rei em praça pública, com voz grave e convincente. — Este novo modelo é mais justo, mais humano!

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A população, cansada e confusa, queria acreditar.

Quando o prazo do grande concurso finalmente expirou — como um contrato com o destino — Quinho revelou seu plano mais audacioso: um mega chamado através do Processo Seletivo.

— Mais rápido, mais inclusivo, mais próximo do povo! — anunciavam os cartazes espalhados pelas vielas.

Mas os mais atentos perceberam: os critérios eram vagos, as escolhas nebulosas, e os nomes aprovados ecoavam suspeitos ecos do Círculo do POTinho.

Nas tavernas de madeira torta, entre goles de bebida amarga, sussurrava-se o verdadeiro motivo de tudo aquilo.

— Não é pelo povo… — murmurava um velho cronista, olhando para o lago distante. — É pelo príncipe.

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KiQuinho, o herdeiro do trono, jovem de sorriso fácil e olhar calculado, começava a aparecer cada vez mais ao lado do pai e dos fiéis trambiqueiros. Discursos eram ensaiados. Aparições públicas, cuidadosamente coreografadas - cinema de 5a! A máquina invisível de RáTás-NáBá girava agora em torno de um único objetivo: prepará-lo para governar.

E assim, enquanto o povo acreditava participar de uma nova era de oportunidades, as engrenagens do poder seguiam firmes, silenciosas e precisas — como sempre haviam sido.

Nas águas escuras de Lagos Pantaneira das Gralhas Infernais, as gralhas gritavam.

Alguns juravam que era só o vento.

Outros sabiam: era aviso. PRENÚNCIO...

Imagem meramente ilustrativa!

Foi assim que a cidade ficou ao final de todo os desastre e de tantas dívidas...
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Tudo isso foi apenas um processo bem estranho e uma experiência catrastófica!

Entre mortos e desaparecidos, salvaram-se quem fugiu antes do cataclisma!

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